sábado, 14 de janeiro de 2012

71 - O Primeiro do ano

Dia gelado marcou este nosso primeiro encontro do ano 2012. Ausentes vários companheiros, uns adoentados, outros preguiçosos, mas sempre há os que vão à luta.
O Gil preparou um confortável ambiente no qual um bom copo de tinto aquecido soube muito bem. E o camuflado nunca usado do desenfiado Carlos lá está na sua missão de boas-vindas, juntamente com as recordações que a malta tem doado para o Museu.
As conversas pôem-se em dia enquanto vamos debicando uns bocaditos de presunto, salpicão, iscas de farinha, morcelas fritas, salgadinhos primorosos, enfim, o ritual primeiro para preparar o estômago.
Surpresa para os camaradas, com uma entrada de Papas de Sarrabulho, no ponto exacto de paladar.
Seguimos para uma outra sarrabulhada, esta de arroz, para acompanhar uns rojões perfeitos, com as suas tripas, redenho, figado e claro, os belos nacos da carne de lombo do porco. As batatas alouradas estavam à altura do restante.
Entre uma conversa e outra, esperamos pelos doces.
O Vasquinho das Águas apresentou-se e parece que se achou um pouco a mais, derivado à sua tenra idade. Ao seu lado o Bateira, ainda jovem nestas andanças e um novo camarada, cujo nome não anotei.

Antes dos cafés e bagaços, lá vieram os remédios para o colesterol, mas também uns complementos pós-diabéticos.
Recordando o Zé Manel vinhateiro e o seu belo Vinho Fino, -só para a foto - a mesa apresentada com o requinte a que o Paulo já nos habituou.
Por hoje foi tudo. Três horas e tal de bom convívio e recordações sempre presentes.
Para o mês que vem apresenta-se o programa para o nosso dia em Março, que já está elaborado. Grandes surpresas nos esperam.