segunda-feira, 15 de agosto de 2016

139 - 13 de Agosto, foi um ar que lhe deu

Fez precisamente no dia 11, 9 anos que fiz a foto abaixo. Não teve nada a ver com a Tabanca porque não existia, mas não me lembro porque nesse dia estive no Choupal. Fica a recordação para o Mestre Gil.  
Agora é a história do dia de sábado, que é a razão de estarmos aqui.
As videiras da Quinta estão lindas, carregadas e já bem pintadas. 
Em 10 de Setembro estarão quase no ponto para as vindimas.
A tradicção continua a ser o que era. Jorge Portojo e David Guimarães no ataque às loirinhas.
Os Melros foram-se chegando comandados pelo F. Súcio que retornou ao nosso convívio.
Convivendo à sombra da ramada 
Fazendo horas para as Entradas
O Carlos Costa deu-nos o prazer da sua companhia.
E o José Moreira trazido pelo Zé Catió, também.
Chegou a hora das Entradas
E depois tocou ao Rancho verdadeiro
Só que é preciso aguardar


O Súcio durante a reportagem

Com paciência, o Jerónimo e Esposa aguardam.
Depois de bem aviados tivemos o prazer de ouvir o Carlos Costa interpretando algum do seu vasto repertório.
E assim aconteceu no sábado, na nossa Tabanca.
Promete o Bateira para a reunião de Setembro um grande ronco. Façam as marcações desde já. E até lá, um abraço para todos os Tabanqueiros de Portugal.

domingo, 10 de julho de 2016

138 - Dia do Churrasco

Algumas ausências mas com a presença do Chefe da Tabanca, valeu uma boa churrascada.
Num dia glorioso, limpinho, limpinho, debaixo da ramada da eira com os cachos preparados para encher, é que se esteve bem
Nos entretantos, o nosso Paulinho prepara o gelo e o Jerónimo toma conta da sua Senhora e da D. Germana.
 Esta é a hora dos antes, os tradiccionais aperitivos para preparar a barriguinha.
 Comidos conforme der mais jeito.
 Já saiu o churrasco e cada um tratou de si. 
 Ainda paira muita concentração 

 Os nossos anfitriões acompanharam-nos na Mesa Grande.
 Terminado o repasto quente vamos às histórias.
O Bateira apareceu com um pára-quedas para ofertá-lo ao Museu.
Se o Neca estivesse presente, diria e jurava que foi o que o Miguel Pessoa usava quando se ejectou do avião mesmo à frente do seu nariz.
O desenfeado Dionísio da 5ªCC. e o contador de Histórias Zé Ferreira Catió. O seu primeiro livro Memórias Boas da Minha Guerra está quase pronto e será lançado no antigo RAP2 em data a anunciar brevemente.

Fazendo horas enquanto o Paulo afia o lápis.
 Histórias de outras guerras boas.
 O Cibrão Guimarães num perfil estilo biquinho.
Quem desarruma também arruma. E acabou assim o dia com as cadeiras no ar.
Até 13 de Agosto, camaradas. Um abraço aos presentes e ausentes de todas as Tabancas do País.

domingo, 19 de junho de 2016

137 - Com cheirinho a Santos Populares

Embora os tempos não estejam muito a jeito, a verdade é que o Choupal está lindo.
A exuberância das cores que encontramos nos caminhos e canteiros deixam-nos alegres e prontos para uma boa refeição.
As videiras já nos mostram os pequeninos cachos de uvas que vão encher até Setembro.
 Convívio, comida e bebida coabitam. Então vamos nessa.
 Depois do aperitivo é hora de sentar.
As famosas, caras e ainda pouco saborosas sardinhas. Mas a tradição ainda é o que era.
 Tudo a postos. Mas ainda há dois meninos a brincar às novas tecnologias.
Mas há quem goste mais de uma boa feijoada. E o Gil sempre atento a esses pequenos pormenores.
Escondido na garagem do tractor, um ninho de andorinha. A mãe é extremamente rápida a dar de comer aos filhotes que espreitam por cima do ninho.
 As cores do Choupal dos Melros
É pena que muitos Gondomarenses e não só, estejam a faltar a este encontro. Sabemos que estamos na época dos convívios das Companhias, mas a coisa está a vir de trás. A crise também não ajuda e cada um sabe de si.
Um abraço para todos os ex-combatentes.

Esta "brincadeira" vai atrasada uma semana na sua publicação. A culpa foi de um virús maligno que não deixava entrar a internet. Para já tudo recomposto.