O Emboscado, fado ouvido pelas matas e Bolanhas da Guiné, mas de quem se desconhece o original.
Aqui fica o poema, enviado pelo Armando à Tabanca.
O EMBOSCADO
Noutros tempos a macacada
Que havia no CTIG
P´ra nos correr à facada
Ao tiro e à morteirada
Formou o PAIGC
A história que vou contar
Contou-ma um camarada meu
Certa vez que foi atacar
O exército popular
Lá para as bandas do Cacheu
Vem de lá o Zé do caco
É tamanha a confusão
Cale-se lá seu macaco
Que se me abres mais um buraco
Eu chamo a aviação
Ante a admiração geral
Descobriu-se o emboscado
Era o Amílcar Cabral
Houve tiroteio geral
E depois cantou-se o fado
Isto era cantado por um camarada do BCP 12, desconheço o autor
Acho que havia mais uma quintilha, mas já não me lembro.
Abraço
A. Martins
Noutros tempos a macacada
Que havia no CTIG
P´ra nos correr à facada
Ao tiro e à morteirada
Formou o PAIGC
A história que vou contar
Contou-ma um camarada meu
Certa vez que foi atacar
O exército popular
Lá para as bandas do Cacheu
Vem de lá o Zé do caco
É tamanha a confusão
Cale-se lá seu macaco
Que se me abres mais um buraco
Eu chamo a aviação
Ante a admiração geral
Descobriu-se o emboscado
Era o Amílcar Cabral
Houve tiroteio geral
E depois cantou-se o fado
Isto era cantado por um camarada do BCP 12, desconheço o autor
Acho que havia mais uma quintilha, mas já não me lembro.
Abraço
A. Martins