domingo, 12 de julho de 2015

127 - Em Julho como se ainda houvessem Santinhos

Tempo de Verão e os Melros saltitando felizes foram à procura das migalhas na Tabanca.
 Flores encantadas e cheirosas receberam o que é conhecido na outra banda do Oceano como o Clube do Bolinha. O pessoal acha graça e deixa uma mensagem de amizade a todos e todas que nos acompanham em espírito e dedicação.
 Meio dia em ponto, mais ou menos, e já o nosso Paulo tem o lume preparado. 
Adivinhamos um churrasco à maneira.
As loirinhas como aperitivo são as felizes companheiras dos pintas do costume.
 O Ribeiro parece impressionado. Pudera, já tinha aviado umas quantas. O Cibrão ri-se mas o David nem por isso.
 O Paulinho continua na sua azáfama no meio de um smog cheiroso
 Trazido pelo grande Barbosa, o nosso querido Carlos Costa. Rijo de novo, pois o tinto conserva-o graças a Deus,
 O Barbosa faz-se ouvir. Não se sabe se por causa do SLB ou do BCP.
 Dois grandes artistas do Fado. Carlos e David. Saudade de os ouvir cantar e tocar.
 É a hora dos aperitivos e o Jerónimo ataca de frente como antigamente
 No meio do smog odorífico o pessoal está calmo e sereno
 A latada está carregada de uvas. Presos os resquícios das Festas dos Santos Populares guardados para os ECUS
 Continua tudo calmo e o xerife Bateira tem tudo controlado
 Mas eis que toca o sino de alarme e é uma correria. Bom, não será bem assim, mas não interessa nada para o caso.
Serviço self-service e aí estão os acompanhamentos para o churrasco.
 Toca a andar Um
 Toca a andar Dois, sob o olhar atento da D. Carmina que entretanto trazia o tacho com o feijão preto, bem estufado.
 As segundas carnes estavam a ficar à maneira
 O Paulinho e a D. Carmina felizes da costa. O coelho, a pedido, estava a ser bem passado, se possível quase a esturricar.
 À unha é que se aprecia um bom churrasco.
 Prato cheios de ossos e todos parados é sinal de barriguinha cheia.
 Eis que um mamadu irrompe pelo salão. Só que em vez de armadilhado trás o Rádio de Pilhas. Como o Negro do Rui Veloso.
 O medo passou e o mamadu transpirava como o burro do Zé Catió depois de ter puxado ao arado.
 Pensávamos que o Edu Campos tinha um seguidor aos brinquedinhos das novas tecnologias. Sim e não. O que o David está a tentar é não ouvir o Barbosa.
 Relax enquanto se esperam os doces e as frutas.
 Não é S. João, mas os balões ficaram muito bem na decoração.
 Emoções
 Restos para a reciclagem.
 O Gil experimentou a farda de mamadu, recordando velhos tempos
Arrumando a mesa para irmos todos à vida
Uma lembrança que o Carlos Costa nos deixou com a sua voz única

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