Casa cheia no Choupal, amigos que já não se viam há que tempos, loirinhas a correr e petiscos dos bons para comer. O Gil e a sua companhia não descansam nem brincam em serviço.
Aqui vai a reportagem, apenas com algumas achegas.
Esta ramada que nos dá abrigo em tempos de verão, está linda, cheia de cachos que daqui a pouco tempo vão começar a pintar.
O Bafatá controla a operação Botas na Camélia. Uma obra de arte que não é da Joana Vasconcelos mas do Paulo. Dedicou esta obra aos ex-combatentes com relíquias do Ultramar. Que pertencem ao Museu.
Mais uma lembrança do Bateira para o Museu.
E cá está a foto da praxe, já com título registado há manga de chuvas. Mas nunca é demais repetir: Eu, o David e as Loirinhas.
O David está sempre fod...tenha ou não loirinhas. Mas é seu o problema. A nós basta-nos o seu convívio. E de vez em quando os sons da sua viola.
A seguir a ordem das fotos é arbitrária, tantos são os operadores de câmara que não dá tempo para editar. Nem paciência. E haja quem faça melhor.
O que se passa lá em cima, ó morcom ? pergunta o Zé Catió a tentar meter conversa. Tás a águas ? Mas há recordações tristes muito recentes que nem dá para se lhe passar cartão.
Os petiscos e as comidinhas não poderiam deixar de começar a aparecer. Mas sabem, meus amigos e camaradas, há coisas que mexem comigo. Para aperitivar e em minha homenagem, Gil e companhia fizeram só 3 tachinhos 3 de Tripas. Esta gente não quer que eu volte. Claro que todos nós nos sentimos homenageados, porque não há Melros nem Bandalhos que resistam a um tachinho de tripas...
Para além dos salgadinhos, das pataniscas, do chouriço preto condignamente chamado de Morcela de sangue, havia (houve) bucho, pezinhos de porco, ah que adianta relembrar se ficamos com água na boca.
O Bateira também quer dar cabo do pessoal. Além da pomada para os finalmentes, trouxe um Verde Branco Morangueiro pisado com seus próprios pés. E mai'nada. Ele explicou a técnica ao Peixoto, eu fiz a prova que é isso que vale. 5 stars.
Como a época do futebol ainda não começou, (aquilo lá no Brasil nem interessa nem conta para nada) permite-se a palavra ao Barbosa que andava cheio de vergonha por trazer um equipamento a cheirar a cerveja.
Aperitivos acabados, descansos sossegados. Muitas conversas e é disto que o meu Povo Gosta.
O camarada em chefe Carlos, deu o seu discurso da ordem. Terá que o colocar em comentário, pois os repórteres de imagem não o registaram.
Mas uma parte ficou bem registada. Deu a conhecer, alto e bom som, o problema dos Bombeiros de Gondomar, sem fundos para o que quer que seja.
O Presidente dos Bombeiros, nosso querido camarada Joaquim Martins, entre o David e o Teixeira, conversava com uns e com outros e desabafava as suas mágoas.
Os Melros presentes solidaram-se, contrariamente à vontade do Martins que mesmo triste e a chorar considerou não ser o momento nem o local. Pediu apenas a divulgação das dificuldades porque passam os Bombeiros de Gondomar. Mas fomos em frente e pronto.
Entramos na segunda fase.
Ao Gil constatou-se-lhe que a crise está aí para durar. Então reforçou as rações com uns filetes de peixe soberbos, com toque a limão e sabores de mar. E a salada russa, meus amigos, camaradas, leitores que não a provaram nem sei se vos conto. Mas lá vai. Uma preciosidade. Maionese perfeita, bem batida, pouco vinagre e uns alegres perfumes a pimenta na mistura dos vários legumes.
Seguiram-se tranches de vitela au vin e alho, igualmente perfeitos, acompanhados por puré de batata do nosso quintal, gratinado. Um luxo deglutivo. Vagens - o mesmo que feijão verde - cozidas, simplesmente e mai'nada. As rodelas de laranja também da Quinta dos Choupos, sumarentas e doces deram o toque final.
O Bateira mostra onde esconde a sua reserva especial, já junto de uma das mesas onde estavam expostas as doces sobremesas.
Bolo de chocolate com aromas de laranja da Quinta, Tarte merengada com sabor a canela, Bolo de frutos secos e chantili, Pudim Francês, Ameixa preta (uma combatetente à prisão de ventre) e salada de frutas com imensa variedade em calda de vinho e açúcar.
O Barbosa puxando dos seus galões profissionais controla a situação. O Peixoto trás um ar esquisito. Será que viu o Lobo huuuu ????
O pessoal todo abandalhado, já está nem sei vou se vá. Por falar nisso, o Lobo huuuu passou muito discreto.
Foram-se seguindo os cafézes e bagaços e/ou outras digestivações estomacais. Com ou sem gelo. Parece que foi a do Bateira que mais teve saída. Mas um cantil mesmo cheio do seu "especial douriense" (ou será duriense ? ) acaba rápido.
Lá pelas 5 ou 6 da tarde, é a vez da água e com ela também se brinda. Para manter a honra, há quem não dê a cara mas só o copo. É para disfarçar. Vocês sabem de quem e do que falo. Do verbo falar. Nada de confusões com a nova ortografia.
Isto devem ser conversas depois da água. Nem vale a pena registar.
Para a maioria da rapaziada, houve um momento especial que lhes passou ao lado. Embora no contexto dos Melros, foi um momento Bandalho de homenagem ao Zé Ferreira Catió e à equipa feminina de Crestuma que ganhou na quarta-feira passada o prémio de bem receber.
E prontos, tá tudo. Adeus e até ao meu regresso.
Aos Melros e outras Aves Bandalhas presentes, coloquem os vossos nomes para registo futuro das emigrações.
domingo, 13 de julho de 2014
domingo, 15 de junho de 2014
P113 - A Sardinhada nos Melros
Para além da importância do convívio, o dia também o é climatericamente falando. E foi muito falado esse aspecto meteorológico.
Mais de 30 graus às 12 horas TMG, mas somos bem recebidos numa sombra debaixo da ramada da Eira
O Inverno foi-se, a Primavera está quási a ir-se e só as sombras sabem bem. Quem apanha sol ao meio dia é o lagarto.
Enquanto uns conversam, os verdadeiros artistas trabalham.
...Loirinha à espera do David. Ele faltou mas lembrança foi recordada. E a loirinha não se perdeu...
A rapaziada começa a chegar-se e as fotos também chegam sem ordem alguma
Visita tradicional ao Museu
Dois periquitos visitam-no pela primeira vez.
E o Vilela Velho controla os petiscos.
A nossa Chefa quis fazer um bonito para o Barbosa vestindo as cores da sua predilecção.
O Chefe da Tabanca quis mostrar que ainda o é, mesmo ausente há manga de chuvas. Mas provou que está de boa saúde e zás, nada como um discurso. Já não estávamos habituados a tal gentileza.
Não sabemos se era o discurso que tinha preparado para homenagear as 400 pessoas - quatrocentas - que estavam à sua espera em Catió. Uma chatice o Todo-Terreno 5 estrelas ter gripado...E alguns de nós (três-3) termos ficado sem recordações da Cidade.
Claro que a rapaziada estava super-atenta não fosse acontecer um verde-gaio e o homem cair da pedra.
A rapaziada muito atenta.
E o Chefe continuou, continuou..tipo Duracell
Finalmente acabou o discurso e saudou-se o regresso do Chefe.
O Pessoal à sombrinha. As pomadas estavam a correr bem e a temperatura subiria até aos 37º . Corporais, claro
As sardinhas, os chouriços, as "febras", lá foram indo, bem empurradas.
Hora do Caldo Verde.
E lá chegou a vez da fruta e do doce, devidamente controlada a sua distribuição por um certo Presidente... É disso que ele gosta.
Um gelado fora da ementa mete raiva a muita gente. Mas há privilégios que não se podem nem se devem retirar, nem 10%
Mas tudo acalmou é a hora do relaxe
Relaxe com cheiro
Os Cafézes e os Bagaços não tiveram direito a foto. Mas para o caso não interessa nada.
O grande Antero Avintense presta muita atenção a algo que não pôde ser gravado.
O Chefão continuou a fazer barulho pela tarde fora e portanto nada como aproveitar a oportunidade e uns Bandalhos resolveram dar o Gosse e ir passear pela Quinta dos Choupos.
O Batatal está lindo
E o Milho a crescer
O mato está a precisar de ser capinado
Um pequeno descanso no refúgio dos Melros
E depois uma lourinha para acalmar.
As Videiras estão lindas
Os Jardins também
Tanta frescura, mas temos de ir pregar outras freguesias.
Até 12 de Julho camaradas. No sítio do costume
Mais de 30 graus às 12 horas TMG, mas somos bem recebidos numa sombra debaixo da ramada da Eira
O Inverno foi-se, a Primavera está quási a ir-se e só as sombras sabem bem. Quem apanha sol ao meio dia é o lagarto.
Enquanto uns conversam, os verdadeiros artistas trabalham.
Um alguidar de pomadas estão prontinhas.
Mas já faltam umas tantas...A rapaziada começa a chegar-se e as fotos também chegam sem ordem alguma
Visita tradicional ao Museu
Dois periquitos visitam-no pela primeira vez.
A nossa Chefa quis fazer um bonito para o Barbosa vestindo as cores da sua predilecção.
O Chefe da Tabanca quis mostrar que ainda o é, mesmo ausente há manga de chuvas. Mas provou que está de boa saúde e zás, nada como um discurso. Já não estávamos habituados a tal gentileza.
Não sabemos se era o discurso que tinha preparado para homenagear as 400 pessoas - quatrocentas - que estavam à sua espera em Catió. Uma chatice o Todo-Terreno 5 estrelas ter gripado...E alguns de nós (três-3) termos ficado sem recordações da Cidade.
Claro que a rapaziada estava super-atenta não fosse acontecer um verde-gaio e o homem cair da pedra.
A rapaziada muito atenta.
E o Chefe continuou, continuou..tipo Duracell
Finalmente acabou o discurso e saudou-se o regresso do Chefe.
As sardinhas, os chouriços, as "febras", lá foram indo, bem empurradas.
Hora do Caldo Verde.
E lá chegou a vez da fruta e do doce, devidamente controlada a sua distribuição por um certo Presidente... É disso que ele gosta.
Um gelado fora da ementa mete raiva a muita gente. Mas há privilégios que não se podem nem se devem retirar, nem 10%
Mas tudo acalmou é a hora do relaxe
Relaxe com cheiro
Os Cafézes e os Bagaços não tiveram direito a foto. Mas para o caso não interessa nada.
O grande Antero Avintense presta muita atenção a algo que não pôde ser gravado.
O Chefão continuou a fazer barulho pela tarde fora e portanto nada como aproveitar a oportunidade e uns Bandalhos resolveram dar o Gosse e ir passear pela Quinta dos Choupos.
O Batatal está lindo
E o Milho a crescer
O mato está a precisar de ser capinado
Um pequeno descanso no refúgio dos Melros
E depois uma lourinha para acalmar.
As Videiras estão lindas
Os Jardins também
Tanta frescura, mas temos de ir pregar outras freguesias.
Até 12 de Julho camaradas. No sítio do costume
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