domingo, 12 de outubro de 2014

P116 - A comezaina de Outubro nos Melros já foi.

Dia de prendas, que é como quem diz, uma beleza. Vamos a elas
 O Bateira lembrou-se da rapaziada e mandou-nos um remédio que parece ninguém ter descoberto o que era. Talvez brandy pelo adocicado, talvez jeropiga com bagaço pelo cheiro. Sem teor alcoólico mas que serviu para queimar o meu novo cachimbo, também oferta mas muito pessoal. Não interessa para o caso e o que vale é a boa intenção do Bateira. Obrigado, camarada.
Mas interessam sempre, isso sim, as loirinhas e desta vez coube ao David Guimarães servi-las.
O Manuel Guimarães ofertou mas só para as fotos, um chapéu colonial em grande stile. Logo os maquinistas fotógrafos fartaram-se de fazer bonecos com o rapaz - eu,  je, - pois claro. Fizeram-me lembrar os velhos anos 60 do século passado: Cachimbo, Loirinhas e Calor.
Um apontamento antes que reclamem. As fotos estão assinadas erradamente, por uma questão de preguiça, mas são do Presidente Bandalho J. Teixeira.
Hora dos preparativos para as entradas...

...Que entretanto chegaram e aqui o Narciso descansa o pratinho na barriga enquanto mete umas águas. Bem comportado, sim senhores.
Quem chegou também foi o Neca Quelhas, com aquele estilo muito sui generis de O guerreiro mais perigoso de todas as guerras. O new look já não precisa de brilhantina, mas a bazófia segue em grande, a armar-se que já tem 67 quando nem 55 fez ainda.

 Lá de cima, uma gatinha manjava os Melros
Já na sala do Museu, o pessoal prepara-se para iniciar o "tacho" com uma  Sopa de Nabos, vencedora do último Concurso das Festas do Rosário.
Chegou um novo camarada, à direita do David e foi bom ver de novo o Carlos Tenor. Força camarada.
Um outro camarada se apresentou, infelizmente não ficou em nenhuma das fotos. Trouxe uma mensagem do Santos Oliveira de quem temos muitas saudades. Força amigo

 O Rocha bem acompanhado
Há falta de Presidência nestes Melros mas logo uns bandalhos a tomaram de assalto tipo Reforma Agrária.
Em grande plano, a prenda do Bateira. Num copinho Vinho Doce. Meus pensamentos voaram, mas nada a fazer....

O prato de substância eram as famosas Tripas à Choupal que estavam de estalo. A luz é a especial que ilumina a Bandeira da Tabanca dos Melros.

 O que não esteve de estalo foi a prenda do Súcio. Aproveitando uma digressão pela Serra da Estrela, meteram-lhe na cabeça que o Queijo da dita com piri-piri é que era bom. Lamentamos muito, Fernando Súcio, a impossibilidade de o saborear como deveria.  Mas resta a boa intenção e essa é de enaltecer.
Mas o outro, Fernando, nem te digo nem te conto. É uma delícia. Vocês sabem do que estou a falar. 
 Pois agora faltavam os finais. Fomos ficando por ali nas conversetas até ser quási noite.
Uma selfie para acabar. O Presidente bandalho ainda está de pose. E mai'nada, prontos.

segunda-feira, 11 de agosto de 2014

P115 - Os Melros nem à sombra nem ao sol

Numa desordem fotográfica, reproduzimos tal qual a passagem de mais uma dia mensal de uma rapaziada que só vive para estas coisas. Neste caso no Choupal dos Melros conforme manda a tradição. Foi a 9.08.2014.
E tinha de começar o dia-tarde-mensal em grande estilo. Tipo apresentação.
Prossigamos
 
 
 
  
O princípio do fim sempre recebidos com agrado. De destacar as favas e as moelas. Um espectáculo.
    
 
 
Hora de manger a sério.
blablabla
 O Pato já era e o Bacalhau foi-se

O Súcio trouxe umas prendas fabricadas por uns primos estabelecidos lá para o sul.
Com tantos pedidos do produto, não sei se conseguiu registá-los. Negócios que se perdem...
Hora do relax e das conversetas
 
 
 
Há uns meninos que passam a vida em reuniões permanentes.
Vamos ver passar uns melros em passo de corrida
 
 Outros nem por isso
 
 Como eles marcham tão bem
 
 
 
 
 
 Mas que pressa, será que ías ver alguma coisa triste ó Barbosa ???
 
 O Peixoto saíu com ganas de ir acertar em alguém
 Mas que doudas...


 Tristes e desconsolados lá num canto. Não ligam a ninguém
 
 
 
 
 Áugas numa reunião são sempre bem vindas
Estes só voam em Bando
  
Sete da noite e são os últimos a abandonar o Ninho.
Mas nas calmas que a vida não se fez para correr