segunda-feira, 1 de outubro de 2012

P83 - 4º Convívio anual dos ECUS

Os Ecu's foram de abalada até Valbom, agora Cidade - mais uma - dentro da Cidade (?) e  Concelho de Gondomar. Nossa referência convivencial. Nascidos e/ou residentes ou simples passantes, é daqui o motivo-origem da nossa (re)união. Gondomar.
Coisas que não interessam nada para o caso dentro do contexto Tabanca'uístico dos Melros, que mesmo em crise de presenças não querem esquecer como tudo começou há quatro anos em Medas, território do famoso régulo de Mampatá, o Carvalho Mano Novo.
Seguiram-se Jovim - ó Presidente que já não apareces à manga de chuvas, que é feito de ti ? - S. Cosme (mais deserções no nosso exército, especialmente dos manos Martins, esses músicos fadistas que tanta falta nos fazem),  e o impulso do Presidente-Secretário-Tesoureiro-1º Vogal-2º Vogal-Secretário- apresentador/publicista que ninguém ouve, museologista (?)  Carlos Silva, o Gondomarense Mouro I.

Pois, como diria o poeta, foi na antiga Escola Primária de Rossamonde, agora sede do Grupo Etnográfico de Valbom, que o camarada Silva - não o Mouro mas o Bigodes - escolheu para nos receber na sua freguesia, bem acoitado pela direcção e voluntários do Grupo. A todos o meu obrigado, que não é representativo (mas acho que assinarão por baixo) dos presentes na dita e referida reunião dos Ecu's.
Claro que para ir descobrir Valbom precisava de amigos. Eles não faltaram ao meu help, mas acabei por escolher o Cibrão. Não por nada, mas sempre é mais seguro viajar numa Mercedes-Chaimite, do que por exemplo no Seat-Unimogue do Neca. No vermelhão Jipe 4x4-AmaroBarbosa é que nunca.
A rapaziada foi chegando mas as preocupações eram outras.
Olhar o porquinho ao sol e às brasas de sobreiro, pinho ou louro.
Não sei, a madeira é importante, mas para mim o bronze do bicho é que me interessava

Temperatura escaldante e enquanto o Quim Soares se abriga do Sol, o Presidente Bandalho J.Teix.45 está meio friorento.

Vamos olhando para fora da cerca, mas o que está dentro dela é que interessa.

E para a posteridade, aqui ficam os "arranjos" do alegorismo do Grupo Etnográfico, com o presidente Bandalho em destaque.

Não sei como nem de onde apareceram umas chouriças e morcelas e uns canapés, coisa fina a que os Melros se foram habituando lá no Choupal. E também umas iscas de bacalhau que por qualquer motivo não tiveram direito a foto de promoção. Mas que estavam boas, não houve dúvidas.

Ainda hoje não entendo a razão porque é que onde há ex-militares se formam bichas (sim bichas, não estou a denegrir ninguém ...) chamadas desde tempo longínquos, de pirilau.
Para os e as jovens desconhecedores(a)s, aqui fica o esclarecimento: essas bichas formavam-se em três ocasiões especiais: para o Rancho-da- fome, para receber o Pré-miserável e para Saltar ao Galho. O mais pequeno, para mim, era o de Vendas Novas, o maior o das Caldas.
Este blogue (e este secretário que gosta de reviver Os Meus (Nossos) Vinte Anos) arroja-se a ser um manancial histórico-didáctico que faria raiva ao Oliveira Martins ou mesmo ao Hermano Saraiva, se ainda fossem vivos. Mas sei que o coordenador museológico Carlos Silva tem em conta este futuro arquivo. Mai'Nada.

Não são precisos oficiais e sargentos de dia para organizar e manter em ordem os camaradas.
As Bichas - Pirilau, claro - formam-se naturalmente. A frente pela esquerda, à retaguarda pela direita. A velhice continua a ser um posto.

O Gil aviador, nosso anfitrião no Choupal e zelador do Museu,  toma a sua aperitiva lourinha. Mas em que estará a pensar ? O Porquito está sob meu cuidado e segurança.

Contradizendo as reportagens de ditos e desavenças em que a última semana foi fértil, nos Ecu's, verdes ou vermelhos - Barbosa e Neca - só têm o trabalho de mastigar. Mas algo se passou que não lhes agrada. Será que houve um azul ao vento ? Mistérioooo...

O tal dito cujo Porco, salvo seja, bronzeava-se mas logo era aparado, saltando para o meio dos moletes deliciando os apreciadores da boa fêvera.

Mais bichas
Finalmente, chegaram as Tripas. Confidicialmente contou-me o Silva de Catió que quando se chegou à frente, o tacho estava vazio. Esperou pelo segundo, coisa que nunca se deve fazer, mas quando lá foi espreitar, nicles, também não havia.
Ora isso é coisa em que não acredito.
A malguinha em primeiro plano foi cheia duas vezes. Adivinhem de quem era... E não foi preciso ir duas vezes para a bicha. Bem sei que há quem tenha regalias, mas que diabo, temos de fazer por elas. Olhem só os Catrogas, os Borges, os Marcellos, os Coelhos, etc e tal, embora nada disso venha aqui para o caso, mas é como que uma explicação e prontos. Por sinal, o tinto foi errado. Era para ser maduro mas saiu verde. Mas também nada se perdeu.
E cada um se amanhou com as cordas que teve. Eles pela experiência de vida, elas por terem aprendido.

Só eu sei, como diria o cantor brasuca, quantas andanças fiz. Mas parece que houve meninos que não se mexeram (ou será mecheram ??) do mesmo sítio desde que entraram em cena.
Ora aqui está a prova de que o Silva de Catió mentiu e enfardou e bem sobre as Tripinhas. Lá por estar a explicar ao Cibrão como é que os canoístas conseguem trazer umas medalhitas para Portugal, nunca perdeu de vista o objectivo. Mas nos entretantos em que estaria a pensar o Fernando Súcio ? O azul, não sei se raparam, é a cor dominante. Lindo
Claro que no meio de tanta gajada há sempre quem se aproveite e o santinho do Carlos Vinhal é um aproveitador...

E o Lobo uuuuuu parece que se andou a fazer ao cargo de secretátio fotógrafo. Só a D. Germana destoa do azul.
Para complemento umas fatias de melão e melancia. Do primeiro ainda comi uma pequennininhhaaa. Sério. Mas desde uma célebre semana de campo em Vendas Novas que não provo melancia. Mas isso são outras histórias. E o azul continua da cor do céu.
Até que ficam bem no prato. Mas não sei para onde se sumiram. Bá, verde e vermelho...

Uma caneca perdida, mas achada à posteriori. Não devemos quebrar o sigilo de a quem pertencia. Mas o dono dela andava lá por longe, despistado como habitualmente.
Um belo coração em filigrana de ouro, ex-libris de Gondomar. Pertence a uma componente do Grupo Etnográfico que mais tarde actuaria para nós. E aqueles cordões, que dariam para pagar uns tantos jantares de marisco...
Os nabos de S. Cosme ganhariam a estes, mas isso também são outras histórias.

E mesmo que passem encostados com a barriga ao balcão, há camaradas a quem ela nunca se esvai.

O camarada Súcio, que me conhece de ginjeira, ajudou a montar a segurança ao Bicho Porco.
Mas como é muito versátil e dá para todas as especialidades, veio juntar-se ao Quim na segurança aos pipos.

Esta história nunca mais acaba porque o Porco dura e dura e dura...

Alguns dos nossos anfitriões fizeram o favor de "pousar". Só não sei que lata era aquela e o que continha...
O Carlos Silva só está bem quando lhe dão alguma coisa para a mão. Mesmo que ninguém o ouça, o microfone tem de estar próximo. Quer esteja desligado ou não. Para ele tanto faz. E para nós também. Mas o bolo comemorativo estava bom mesmo, até para os diabéticos.
A D. Germana ajudou o Silva organizador da Festa a partir e distribuir o dito.
Os primeiros lateiros não podiam ser outros. Um Bandalho e um Lobo.
Ó p'a eles - e elas - desconsoladinhos, esperando como pobres a esmola.

O Bicho Porco estava finalmente à maneira para se lhe deitar o dente. O Presidente Bandalho já estava com pena dele. Não foi por nada, é que depois do bolo é proibido comer porco.

Mas quem não comeu bolo, come porco e a sua costelinha. Demorou umas horas, mas valeu a pena.
Para terminar a confraternização, o mestre de cerimónias foi buscar alguns elementos do Grupo Etnográfico para a rapaziada acabar o dia em beleza.

Música a rolar, Grupo a ensinar e a rapaziada a dar ao pé.
Prontos.. é tudo por hoje.
Agora já comia mais umas costelinhas, mas esqueci de levar a marmita.

Rapaziada, até ao dia 14 na nossa sede
O Choupal dos Melros

quarta-feira, 5 de setembro de 2012

P82 - Falecimento António Soares - Medas

4-9-2012 - Falecimento de António Rodrigues Soares
ex-combatente na Guiné, 1967/1969 da CArt 1689-BArt 1913.
Foi natural da Freguesia de Melres e residente na Freguesia das Medas, do Concelho de Gondomar.
Mais um dos nossos que parte.
Á família enlutada, apresentamos as nossas condolências.
Tabanca dos Melros


O corpo está depositado na capela mortuária de Medas e o funeral realiza-se amanhã ás 10,30 h.


segunda-feira, 3 de setembro de 2012

P81 - Convívio anual

Como já vem sendo hábito, o nosso convívio de Setembro não é no 2º sábado e passa de mensal a Convívio Anual, realizado numa das freguesias de um dos nossos camaradas. Este ano é a 29 de Setembro em Valbom.
Segue o Programa das Festas e o mapa da Rua. A sede do Grupo não sei onde é.


Como não sou de cá, lanço já o meu SOS a algum camarada que tenha uma Chaimite ou Unimog disponível para me levar às Tripas e ao Porco.
Prometo uma reportagem fora do abrigo.
Eu me assino
Portojo

terça-feira, 14 de agosto de 2012

P80 - Continuado do 80. Vídeos

Para que a coisa não pese ao abrir - vocês sabem do que estou a falar, como diria o Octávio (ou será Otávio ?), aqui ficam duas preciosas relíquias.


P79 - Os Melros têm Bandeira

Lá estivemos no Sábado 11.08.2012 no Choupal para mais uma festa-convívio-comezaina e com grandes novidades.
O Silva de Catió apareceu e com ele repartimos a alegria da medalha de prata e a boa prestação dos "seus" canoistas, rapazes e raparigas que estiveram nos Jogos Olímpicos. Ao lado do Carlos Vinhal e do Fernando Súcio (que trouxe o filho para ele saber como eram -são - os rapazes de outrora), contou umas boas histórias da Canoagem e de entre delas a da famosa "Pista do Jamor".
Pela mão do Bateira, foi-nos ofertada por um ex-camarada, a mais recente obra-símbolo da Tabanca dos Melros: Uma bandeira bordada com muito primor.
Foi apresentada, já com certo atrazo, pelo Carlos Silva, embora uma parte da rapaziada estivesse mais interessada no prato.
Momentos para rever fotos antigas.
O Carlos Tenor estava bem disposto e apresentou-nos o seu filho indiano.
Começaram a aparecer os aperitivos de fazer encher água na boca: Uma punheta com grão, estava de se lhe tirar o chapéu.
E o Paulo numa azáfama preparando um churrasco à maneira. Com o calor não deveria estar muito satisfeito junto às brazas, mas é a vida...
A rapaziada lá se foi chegando aos aperitivos, preparando a barriguinha para as carnes que estavam ao lume.

Comodamente sentados e abrigados do sol debaixo da linda ramada já bem composta de uvas e cor, lá fomos deglotindo o rancho.

Adivinhem de quem era -foi- este prato...

Conversas, recordações de Angola, Moçambique, Guiné, India.
Já a rapaziada estava no remanso quando apareceu o Antero de Avintes. Mais converseta e recordações porque é disto que a malta gosta.
Aos poucos o pessoal vai abandonando a Tabanca e já era quási noite quando os últimos a deixaram.
E o tempo borrascoso que se adivinhava, ampliado pelo Picassa, afinal deu em nada

Fica a informação que o próximo convívio é a 29 de Setembro.
Uma vez por ano, os representantes de uma das freguesias de Gondomar,
tem a seu cargo a organização do evento.
Depois de Medas, Jovim, S. Cosme é a vez de Valbom.
E mestre Silva é quem comanda.
Até lá,
Manga di Ronco, pessoal...

domingo, 15 de julho de 2012

P78 - Os Melros à sombrinha

Este simples repórter foi recebido com sapateado porque faltou a ata da reunião do mês passado. Já o Presidente Carlos Silva havia chamado a atenção para o fato (fato de facto e não fato de vestir homem. Para nos explicarmos corretamente temos agora de escrever os significados). Coisas Lusófonas, que não tem nada a ver com a Lusófona Universidade.
Ao publicar o artigo de hoje, dei-me conta que tinha escrito a tal reportagem. Só que não foi publicada. Isto é. Ficou em stand by por qualquer razão. Talvez porque nos entretantos o meu pc pifou. (Pifou, de gripar não Pifou de Pífaro). 
Para os interessados Melros que nos acompanham e não só, a dita reportagem já está no ar. Isto é, foi publicada. Portanto é passar pelo blogue e espreitar. Até tem vídeo.

Então passemos aos trabalhos de ontem.
Como o dia estava sereno e como sempre, previsto com condições para aumentar a temperatura, o Gil colocou-nos à sombrinha.

Primeiro, debaixo de uma das ramadas para os entretantos que como habitualmente foram os sempre apaladados salgadinhos sortidos, presunto, salpicão, polvo, morcela, etc e tal, dando início à ordem dos trabalhos.

O Presidente do Bando apresentou-se também, com armas e bagagem para participar em todos os trabalhos da reunião.



A reunião pròpriamente dita passou então para o alpendre e começou com a apresentação pelo Presidente da Mesa, de uma oferta para o Museu vinda do Fernando Súcio. Nada mais nada menos que uma Reserva Duriense de 1970. Ficou muito linda ao lado da do Vinho Fino, ofertada logo na primeira reunião da nossa vida pelo Zé Manel Vinhateiro. Diz o Presidente que espera mais ofertas destas. E não só.

Passou-se então para a ordem do dia, que teve Arroz de Pato, Bacalhau à Gomes de Sá e Lombo de Porco assado.
Aspectos gerais e revendo o Xico Allen de quem já tínhamos saudades.


À Porta d'Armas, o velho sentinela guardou a terceira perna do Vilela António.

A malta distraída, nem repara nas uvas que já estão meio cheiinhas. A pinta não deve tardar.
Conversa vai e vem e o pessoal começa a ficar farto de estar sentado.

Mas dão entrada na parada os finalmentes, o que quer dizer que Tocou a Levantar.
Lá mais para o fim da ordem dos trabalhos, de novo recolhidos à sala de reuniões, o molha-palavra começou a esgotar.
Para que conste do Livro de Atas, uma imagem que vale por mil palavras. Pena o Vilela estar cheiiiinho de dores e quási estragava a foto.
Para completar e com a devida antecedência, informa-se por esta única via, que a confraternização de Setembro será no dia 29, em Valbom, na sede do Rancho Folclórico. Como já vem sendo habitual, esta reunião é a especial do ano, depois da de Medas, Jovim e S. Cosme.
Mas em Agosto haverá mais pormenores.
Até lá, um abraço camarada.


P77 - A 9 do Mês de Junho

Já a pensar no jogo da noite, ao meio dia a rapaziada começou a marcar presença para mais um encontro mensal.
 Foi com a alegria que voltamos a ver o Vilela +Velho, agora com + uma perna, + parafusos, mas isso são coisas que fazem parte da vida dos alpinistas.

E os Melros foram poisando.

Estava tudo à espera da Sardinhada, mas a coisa gorou-se. Paciência. Fica para Julho.

Toda esta atenção é para o Carlos Silva, dando as boas vindas aos novos Melros e apresentando as últimas ofertas para o Museu.

Fomos recebidos na Sala Nobre, porque o mau tempo não permitiu ainda a amesentação ao ar livre. No telheiro só os aperitivos. 
Para que conste, a ementa principal foi de Lombo e Cabritinho.

 Por uma vez, conseguiu-se quási a totalidade da rapaziada para a Foto de Família.

Alguns felizes contemplados na "reponta"


Porque foi dia de aniversário, um desafinado coral lá entoou o Hino da ordem.
O vídeo é uma obra prima de Autor.