Para que a coisa não pese ao abrir - vocês sabem do que estou a falar, como diria o Octávio (ou será Otávio ?), aqui ficam duas preciosas relíquias.
terça-feira, 14 de agosto de 2012
P79 - Os Melros têm Bandeira
Lá estivemos no Sábado 11.08.2012 no Choupal para mais uma festa-convívio-comezaina e com grandes novidades.
O Silva de Catió apareceu e com ele repartimos a alegria da medalha de prata e a boa prestação dos "seus" canoistas, rapazes e raparigas que estiveram nos Jogos Olímpicos. Ao lado do Carlos Vinhal e do Fernando Súcio (que trouxe o filho para ele saber como eram -são - os rapazes de outrora), contou umas boas histórias da Canoagem e de entre delas a da famosa "Pista do Jamor".
Pela mão do Bateira, foi-nos ofertada por um ex-camarada, a mais recente obra-símbolo da Tabanca dos Melros: Uma bandeira bordada com muito primor.
Foi apresentada, já com certo atrazo, pelo Carlos Silva, embora uma parte da rapaziada estivesse mais interessada no prato.
Momentos para rever fotos antigas.
O Carlos Tenor estava bem disposto e apresentou-nos o seu filho indiano.
Começaram a aparecer os aperitivos de fazer encher água na boca: Uma punheta com grão, estava de se lhe tirar o chapéu.
E o Paulo numa azáfama preparando um churrasco à maneira. Com o calor não deveria estar muito satisfeito junto às brazas, mas é a vida...
A rapaziada lá se foi chegando aos aperitivos, preparando a barriguinha para as carnes que estavam ao lume.
Comodamente sentados e abrigados do sol debaixo da linda ramada já bem composta de uvas e cor, lá fomos deglotindo o rancho.
Adivinhem de quem era -foi- este prato...
Conversas, recordações de Angola, Moçambique, Guiné, India.
Já a rapaziada estava no remanso quando apareceu o Antero de Avintes. Mais converseta e recordações porque é disto que a malta gosta.
Aos poucos o pessoal vai abandonando a Tabanca e já era quási noite quando os últimos a deixaram.
O Silva de Catió apareceu e com ele repartimos a alegria da medalha de prata e a boa prestação dos "seus" canoistas, rapazes e raparigas que estiveram nos Jogos Olímpicos. Ao lado do Carlos Vinhal e do Fernando Súcio (que trouxe o filho para ele saber como eram -são - os rapazes de outrora), contou umas boas histórias da Canoagem e de entre delas a da famosa "Pista do Jamor".
Pela mão do Bateira, foi-nos ofertada por um ex-camarada, a mais recente obra-símbolo da Tabanca dos Melros: Uma bandeira bordada com muito primor.
Foi apresentada, já com certo atrazo, pelo Carlos Silva, embora uma parte da rapaziada estivesse mais interessada no prato.
Momentos para rever fotos antigas.
O Carlos Tenor estava bem disposto e apresentou-nos o seu filho indiano.
Começaram a aparecer os aperitivos de fazer encher água na boca: Uma punheta com grão, estava de se lhe tirar o chapéu.
E o Paulo numa azáfama preparando um churrasco à maneira. Com o calor não deveria estar muito satisfeito junto às brazas, mas é a vida...
A rapaziada lá se foi chegando aos aperitivos, preparando a barriguinha para as carnes que estavam ao lume.
Comodamente sentados e abrigados do sol debaixo da linda ramada já bem composta de uvas e cor, lá fomos deglotindo o rancho.
Adivinhem de quem era -foi- este prato...
Conversas, recordações de Angola, Moçambique, Guiné, India.
Já a rapaziada estava no remanso quando apareceu o Antero de Avintes. Mais converseta e recordações porque é disto que a malta gosta.
Aos poucos o pessoal vai abandonando a Tabanca e já era quási noite quando os últimos a deixaram.
E o tempo borrascoso que se adivinhava, ampliado pelo Picassa, afinal deu em nada
Fica a informação que o próximo convívio é a 29 de Setembro.
Uma vez por ano, os representantes de uma das freguesias de Gondomar,
tem a seu cargo a organização do evento.
Depois de Medas, Jovim, S. Cosme é a vez de Valbom.
E mestre Silva é quem comanda.
Até lá,
Manga di Ronco, pessoal...
domingo, 15 de julho de 2012
P78 - Os Melros à sombrinha
Ao publicar o artigo de hoje, dei-me conta que tinha escrito a tal reportagem. Só que não foi publicada. Isto é. Ficou em stand by por qualquer razão. Talvez porque nos entretantos o meu pc pifou. (Pifou, de gripar não Pifou de Pífaro).
Para os interessados Melros que nos acompanham e não só, a dita reportagem já está no ar. Isto é, foi publicada. Portanto é passar pelo blogue e espreitar. Até tem vídeo.
Então passemos aos trabalhos de ontem.
Como o dia estava sereno e como sempre, previsto com condições para aumentar a temperatura, o Gil colocou-nos à sombrinha.
Primeiro, debaixo de uma das ramadas para os entretantos que como habitualmente foram os sempre apaladados salgadinhos sortidos, presunto, salpicão, polvo, morcela, etc e tal, dando início à ordem dos trabalhos.
O Presidente do Bando apresentou-se também, com armas e bagagem para participar em todos os trabalhos da reunião.
A reunião pròpriamente dita passou então para o alpendre e começou com a apresentação pelo Presidente da Mesa, de uma oferta para o Museu vinda do Fernando Súcio. Nada mais nada menos que uma Reserva Duriense de 1970. Ficou muito linda ao lado da do Vinho Fino, ofertada logo na primeira reunião da nossa vida pelo Zé Manel Vinhateiro. Diz o Presidente que espera mais ofertas destas. E não só.
Passou-se então para a ordem do dia, que teve Arroz de Pato, Bacalhau à Gomes de Sá e Lombo de Porco assado.
Aspectos gerais e revendo o Xico Allen de quem já tínhamos saudades.
À Porta d'Armas, o velho sentinela guardou a terceira perna do Vilela António.
A malta distraída, nem repara nas uvas que já estão meio cheiinhas. A pinta não deve tardar.
Conversa vai e vem e o pessoal começa a ficar farto de estar sentado.
Mas dão entrada na parada os finalmentes, o que quer dizer que Tocou a Levantar.
Lá mais para o fim da ordem dos trabalhos, de novo recolhidos à sala de reuniões, o molha-palavra começou a esgotar.
Para que conste do Livro de Atas, uma imagem que vale por mil palavras. Pena o Vilela estar cheiiiinho de dores e quási estragava a foto.
Para completar e com a devida antecedência, informa-se por esta única via, que a confraternização de Setembro será no dia 29, em Valbom, na sede do Rancho Folclórico. Como já vem sendo habitual, esta reunião é a especial do ano, depois da de Medas, Jovim e S. Cosme.
Mas em Agosto haverá mais pormenores.
Até lá, um abraço camarada.
P77 - A 9 do Mês de Junho
Já a pensar no jogo da noite, ao meio dia a rapaziada começou a marcar presença para mais um encontro mensal.
Porque foi dia de aniversário, um desafinado coral lá entoou o Hino da ordem.
Foi com a alegria que voltamos a ver o Vilela +Velho, agora com + uma perna, + parafusos, mas isso são coisas que fazem parte da vida dos alpinistas.
E os Melros foram poisando.
Estava tudo à espera da Sardinhada, mas a coisa gorou-se. Paciência. Fica para Julho.
Toda esta atenção é para o Carlos Silva, dando as boas vindas aos novos Melros e apresentando as últimas ofertas para o Museu.
Fomos recebidos na Sala Nobre, porque o mau tempo não permitiu ainda a amesentação ao ar livre. No telheiro só os aperitivos.
Para que conste, a ementa principal foi de Lombo e Cabritinho.
Por uma vez, conseguiu-se quási a totalidade da rapaziada para a Foto de Família.
Alguns felizes contemplados na "reponta"
O vídeo é uma obra prima de Autor.
segunda-feira, 14 de maio de 2012
P76 - 12.05.2012 - Mas que grande festa
Finalmente chegou o calor, pelo menos no sábado e os Melros abriram as asas e refrescaram-se até dar c'o pau
Para aperitivar, o camarada Gil destinou-nos o hangar 1, o que foi uma grande ideia.
Tão entretidos a colocar a converseta em dia, esquecemo-nos da hora do rancho
Passamos ao hangar 3, que depressa ficou arrumado. E nada como um creme de legumes para acalmar.
O Chefe da Tabanca, Carlos Silva, deu-nos a habitual música introdutória.
Para recordar e mostrar aos netos, diz o Neca, posando com a Giselda
O Carlos tentou experimentar a nova arma capturada ao IN, só para ver se funcionava, mas alguém lhe deitou a mão a tempo. Jaz agora, a arma, claro, no Museu da Tabanca.
Uma parte da nossa Biblioteca.
Neca e Santos Oliveira devem ter partido conversa até ao escurecer.
Para lá ficaram abandonados.
A tarde esteve boa, muito boa e a conversa durou até às tantas.
O Carmelita contribui com a sua operacionalidade fotográfica
Rastejantes ou aéreas, valeu tudo
Ele há cada um. Ou melhor dizendo, cada foto...
E assim foi mais um sábado dos Melros. Horas de convívio, que a rapaziada não tem pressa.
Um inédito e precioso documento, principalmente pelo som encantador que foi registado.
Para aperitivar, o camarada Gil destinou-nos o hangar 1, o que foi uma grande ideia.
Tão entretidos a colocar a converseta em dia, esquecemo-nos da hora do rancho
Passamos ao hangar 3, que depressa ficou arrumado. E nada como um creme de legumes para acalmar.
O Chefe da Tabanca, Carlos Silva, deu-nos a habitual música introdutória.
Para recordar e mostrar aos netos, diz o Neca, posando com a Giselda
O Carlos tentou experimentar a nova arma capturada ao IN, só para ver se funcionava, mas alguém lhe deitou a mão a tempo. Jaz agora, a arma, claro, no Museu da Tabanca.
Uma parte da nossa Biblioteca.
Neca e Santos Oliveira devem ter partido conversa até ao escurecer.
Para lá ficaram abandonados.
A tarde esteve boa, muito boa e a conversa durou até às tantas.
O Carmelita contribui com a sua operacionalidade fotográfica
Rastejantes ou aéreas, valeu tudo
Ele há cada um. Ou melhor dizendo, cada foto...
E assim foi mais um sábado dos Melros. Horas de convívio, que a rapaziada não tem pressa.
Subscrever:
Mensagens (Atom)























































